domingo, 23 de maio de 2010

Jordano cantando em rodeios e festivais

Amigos !!!!!

Vários palcos contribuiram para aprimorar minha paixão por cantar.
Festas municipais e estaduais, rodeios e festivais foram fundamentais para amadurecer a comunicação com grandes públicos.

Mais uma vez, um abraço especial aos amigos presentes nessas recordações.


Jordano

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Primeiros Toques IV...

Olá galera

na mesma época que comecei meus primeiros toques eu era frequentador assíduo da Paróquia Nossa Senhora do Caravaggio, onde fui batizado, fiz primeira comunhão, crisma, e participava do grupo de jovens. Na época o Norberto, esposo da minha catequista Dolores, coordenava o canto nas missas e eu não demorei pra me escalar a tocar junto. Foi um tempo preciosíssimo. Norberto nunca fora virtuoso, mas tinha muito conhecimento harmônico e uma ritmação perfeita. Aprendi muito com ele. Foi justamente também pelas missas que senti a necessidade de ter um violão elétrico. Até então nem me passava pela cabeça deixar o Tonante Laranja, mas depois que experimentei... Comprei um EAGLE de aço, elétrico, passivo, volume/tone. Ahhh era sensacional. Era um Folk, novo e elétrico! Que presença!


Na foto, eu com  meu Eagle, meu camarada Antônio, que anos mais tarde faria grandes parcerias comigo e as Rolinhas da Caravaggio, grupo de meninas treinadas pelo Norberto que cantavam e encantavam nas missas...

E assim por muito tempo eu me diverti, fiz amigos e aprendi com  a música na Casa de Deus. Fazíamos os amplificadores, remendados e com falantes buscados em sucatas e recondicionados e ficava um sonzão!


Neste meio tempo, tive minha primeira experiência (ou minhas primeiras experiências ) com bandas. O pagode estava em alta ainda lá me fui tocar Raça Negra e cia... com o fiel escudeiro Eagle passivo é claro. Muitos ensaios, poucas apresentações, algumas dificuldades, eu ainda era muito verde. 

Este período de pagode me trouxe novos amigos e novas experiências. No local de trabalho na época os "músicos"se reuniam pra falar destas coisas. Aí conheci Vinícius Michelotti, um camarada de quase 2m de altura gaúcho barbaridade que frequentava CTG`s. Hum, era um outro mundo. Minha única experiência com CTG`s até então fora tocar pra Carla Zambiazi, uma grande amiga  minha da época da igreja até hoje, no concurso de primeira prenda que ela participara na época, durante uma declamação de poesia. Em tempo: o que é um CTG? hahaha pra quem não conhece é um Centro de Tradições Gaúchas,  espécie de sociedade onde os gaúchos se reúnem para cultivar as tradições do Estado do RS.

Aí comecei a me interessar pelo mundo "gaucho", mas continua después... um beijo M.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Jordano sobe aos palcos

Galera,

Diante das influências e incentivos registrados no início de minha história, surge a primeira oportunidade de poder subir num palco. Embora minha tendência era para o lado da música sertaneja e romântica, acende-se uma luz no túnel da cultura gaúcha.
Colegas de escola e amigos de infância, já participavam de grupos de danças de CTG´s, e por acaso do destino, a sede do CTG foi fundada em uma área que faz divisa com a residência de meus pais.
Certo dia, estava eu nos fundos da casa de minha mãe, na companhia de meu violão, cantando a música "pense em mim" de Leandro e Leonardo, quando aproximou-se da cerca um senhor que estava no CTG.
Era ele o Sr.Jair Ribeiro, e disse-me: oh guri!!!! vem cantar aqui conosco, estamos precisando de um cantor!
Lá fui eu..........nesta organização conheci  pessoas inesquecíveis e iniciei então minha trajetória pelos palcos do RS.
Entre os mais importantes eventos da época, estava o FEGART (Festival Gaucho de Arte e Tradição), onde a fase final ocorria na cidade de Farroupilha/RS.
Segue a lembrança de nosso grupo instrumental, na final deste grande evento.
Um abraço especial aos amigos (da esquerda para direita) Vinícius Michelotti (violão), Silvio Delavéquia (gaita) e Marcelo Scaravonatto (pandeiro).

Beijos a todos, logo teremos novidades.

sábado, 6 de março de 2010

Primeiros toques III

Olá pessoal,

depois da noite artística, minha voracidade aumentou e quanto mais eu cavocava, mais profundo eu percebia ser o universo da música. Me grudei no solo da La Bamba o que levou alguns meses até sair -autodidata que era- e ao mesmo tempo ia tirando outras músicas como Entre Tapas e Beijos, Guns'n'Roses - quase todas, Engenheiros do Hawai, Legião Urbana, Fábio Jr e muitos mais...

       Já em 1992, outro marco se criou na minha musicalidade. Eric Clapton, após um inferno astral de anos, gravava o Acústico MTV (Unplugged). Aquele LP gastou lá em casa de tanto ouvir. Aqueles violões de Clapton e Andy Fairweatherlow eram mágicos. O piano de Chuck Leavell, o baixo de Nathan East. Para mim até então fora o melhor disco que já havia escutado. Era algo de outro mundo. Meu sonho naquele momento, tocar aquelas músicas. Tocar daquele jeito algum dia... 

       Nas imagens abaixo, fotos minhas com o Tonante Laranja mos primeiros tempos em casa, esfolando os dedos e a capa do Eric Clapton Unplugged MTV, o disco que mais marcou minha vida. Ao fundo, na penumbra, minha mãezinha.





          Gente e o que era o violão do Clapton? Uma coisa linda... um Martin (vim a saber anos depois).

          Continua...

          Um beijo, Marcelo.


sexta-feira, 5 de março de 2010

Primeiros Toques II

         Bom dia! Como eu vinha dizendo, quando ingressei no mundo do coral, comecei a descobrir coisas no meu cérebro, mais precisamente na zona da inteligência musical (wow) que eu nem imaginava existir... cantar me proporcionava um imenso prazer. Um belo dia, na escola, nestes dias calmos quase em período de férias que o pessoal mais joga bola e faz zoeira do que estuda, um camarada de outra turma levou um violão pro colégio. Cara, eu vi um bolinho de gente e fui conferir o que estava rolando e lá estava o Cristiano cantando : "foi sem querer, que derramei toda emoção, undererê..." Tratava-se do sucesso da hora nas rádios do Brasil, Desejo de Amar, com a cantora Eliana de Lima. Fiquei em transe. Como um cara da minha idade podia tocar violão daquele jeito? Como o cara tocou uma música da hora? Era lindo ver a galera cantando junto. O ano, 1991.

        Daquele dia em diante minha vida mudou. A música entrou definitivamente em mim. Na mesmo hora sentei do lado do Cristiano e comecei um questionário violento com ele. Como se tocava, como era isso, aquilo etc. Cheguei em casa, peguei o violão do meu irmão que na época era enfeite de parede, levei pra casa do Cristiano e ele me mostrou o primeiro acorde, o Ré maior de gavetão, afinou meu violão e era tudo o que eu queria. Incomodei bastante ele no começo até que comecei a andar com as próprias pernas em busca das revistinhas de cifras nas bancas. Era chegar do colégio e passar a tarde esfolando os dedos afim de arrancar algum som das enferrujadas cordas de aço do Tonante laranja do meu irmão.

          Não era uma tarefa fácil - sem professor e morando longe do Cristiano - começar a tocar violão. Foram talvez meses até que a vitória chegou: toquei minha primeira música (sem pestana é claro). Na época a dupla Leandro e Leonardo emplacava um sucesso atrás do outro e numa linda versão de The Sounds of Silence de Paul Simon composta em 1964, eles espalhavam pelo Brasil o refrão "... é por você, que canto...".

         O Tonante laranja então fazia parte da minha vida como poucos outros objetos. Quando toquei a primeira música recebi uma carga de entusiasmo que me levou a tocar outra, outra e outra quando, no ano seguinte, houve na escola a segunda noite artística. Uma oportunidade para os alunos mostrarem sua arte com música, teatro, dança etc. Juntamente com um dos meus melhores amigos na escola, Antônio Souza (que era muita mais musicalizado que eu) decidimos nos apresentar e foi cantando Cazuza, Faz Parte do Meu Show que subi pela primeira vez na vida em um palco. Vejam na foto eu, o Tonante laranja e o Antônio, com seu Gianinni Série Estudo, que na época era top.


          Apesar do nervosismo ao ponto de ir no banheiro 10 vezes neste dia, correu tudo bem e a sensação depois da apresentação era como ópio para alma. 

               Continua amanhã... Um beijo. Marcelo

quinta-feira, 4 de março de 2010

A História de Jordano

Antecipando nossas homenagens pelo dia internacional da mulher, que vem aí..... apresento-me como filho da Dona Jane.
Reverencio esta grande mulher (minha mãe), pois me deu a luz da vida, educou-me e ensinou-me o que é amar.
Acredito que fui feito com muito amor, dentro da cabine de um caminhão, pois meu pai era caminhoneiro e minha mãe juntamente com minha irmãzinha acompanhava-o por esse Brasil afora. Que tal ??????
Meus primeiros berros, foram ouvidos na querida cidade de Canoas.
Aqui fui crescendo, e conhecendo as pessoas que forjaram minha essência de cantor.
Minha mãe embalava-me em seu colo, e a canção que mais cantava era um dos grandes sucessos do inesquecível Paulo Sérgio.
MEU FILHO DEUS QUE LHE PROTEJA, pra quem tiver curiosidade segue o link:
http://www.youtube.com/watch?v=pc0QoXOtul
Uma linda canção..........
Eu já tinha uns 3 anos de idade, quando ensinou-me outra bela canção,  SE AMAR É VIVER, esta do ilustre Barros de Alencar.
http://www.youtube.com/watch?v=T3dL11DS4V8
Então ficavamos cantando um ao outro........até o menino Jordano adormecer.
A rádio Caiçara era a principal companheira, principalmente com a "PARADA PASSADA", alguns de vocês já devem ter ouvido. To sentido que tô ficando velho.....rsssrsssrsss
Meu pai assoviava algumas canções do Teixeirinha, Gildo de Freitas, Sérgio Reis, Os atuais, entre outros............
Neste embalo fui até meus (07) sete anos de idade.........onde mergulhei nas influências sertanejas.
Meu instrutor neste mergulho musical, chama-se Alex Bento, mais conhecido como (LELI), meu tio.
Hoje esse cara mora num paraíso chamado RIBEIRÃO DA ILHA (sul da ilha de Florianópolis), mas esteve muito tempo em Canoas e sempre foi um apaixonado pela música romântica e sertaneja.
Aos acordes de um Gianini Trovador, entonava-mos canções de Leandro e Leonardo, Chitãozinho e Xororó, Roupa Nova, Fábio Júnior, Gean e Geovani, Beth Carvalho, Marina, Cristian e Ralf, Zezé di Camargo e Luciano.....e por ai afora.

Em breve os próximos capítulos.......

Beijos
Jordano

Primeiros toques I

          Nasci em Porto Alegre. Fui criado em Canoas, morando a maior parte da minha infância no Bairro Niterói. Velho Niterói. Para quem não conhece, é como São Paulo e Guarulhos. Coladinho. Na minha infância, tive pouca influência artística A única lembrança musical que tenho desta época é de um violão Gianinni azul, que ficava guardado sob a cama de um tio meu e lembro que foram poucas as oportunidades de chegar perto dele mas a sensação era ótima de bater aquelas cordas e ouvir aquele barulhinho. É claro que mexer nas cravelhas dele era tri legal. Meu pai conhece alguns acordes, mas nunca tocou violão. Nem mesmo meu tio (me perdoa Tio). Na parte de minha mãe, o pai dela, meu falecido avô João da Silva, foi violeiro e dos bons. Na década de 40 e 50, quando Canoas ainda era mato na sua maioria, meu avô corria os bailes e festas da época com seu violão "Rei dos Violões" acompanhado de alguns amigos, especialmente do Sr Gomes, que vai aparecer nesta história outra vez mais adiante. Apesar de ouvir depoimentos sobre o talento do meu avô, nunca ouvi uma nota sua,  nem mesmo o conheci, pois ele faleceu cedo-  vítima de um trágico acidente. 

             E foi por aí. Nunca tive contato direto com um instrumentista ou cantor, por isso não me fazia falta. Inclusive meu irmão, na época um guri de 7 ou 8 anos, não sei por que razão pediu um violão de natal para meus pais. E no natal chegou o violão dele. Ah, ele não sabia nada e claro, nem eu. Meu pai... só  alguns acordes. E eu, entrando na adolescência (com uns 12 anos) tinha outras coisas que me atraiam mais como por exemplo gastar tempo gravando do rádio os sucessos da hora pra ouvir no meu Toshiba Mouse. Hum, você não sabe o que é Toshiba Mouse? Nada a ver com laptop gente... O violão virou enfeite de parede.

          Durante este tempo eu sempre ouvi muita música, em casa, nos meus vizinhos que escutavam Milionário e José Rico a todo o volume, o rádio do carro (um motorola que era uma raridade), e nas reuniões dançantes. Ouvia techno, house, Eric Clapton, Ramones, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Kleiton e Kleidir, César Passarinho e outros.

         No início da adolescência comecei a ter um contato mais direto com a música pois fui levado por uma amiga para cantar no Coral da Igreja Episcopal, Paróquia São Lucas. Nossa, eu era contralto o que me constrangia pois era o único homem do coral com voz de menina hahaha. Mas ainda era quase uma criança. Foram tempos sensacionais. As vozes fechando como acordes, o volume do conjunto, a regente com seu órgão, era maravilhoso. 

Continua amanhã. Um beijo. Marcelo

Uma Longa Estrada...

     Bom dia queridas pessoas. Como prometido em nossos canais de comunicação, vamos começar hoje a contar a história da dupla Marcelo e Jordano. Hahaha não vale rir das fotos hein (vale sim). Não esperem uma história dramática de dois plantadores de tomate que passaram fome e numa casualidade viraram artistas. Não. Com respeito à todas outras histórias, vamos ser sinceros e transparentes. Há muitas duplas por aí que colocam em suas biografias histórias inventadas de sofrimento, penar, luta pelo sonho de ser cantor... quando na verdade é oportunismo puro. Marcelo e Jordano apesar de terem tido uma infância humilde e sem luxos, nunca passaram fome, necessidades ou foram obrigados a trabalhar quando crianças. Sim começamos a trabalhar cedo, beeeeem cedo, mas por vontade próprias. E tudo o que conquistamos na vida até hoje foi com a ajuda de Deus, da família, com muito trabalho, dedicação e seriedade.   As postagens contando a história serão feitas por mim e pelo Jordano, cada um com seu jeito. Voila! Marcelo

domingo, 10 de janeiro de 2010

Direto do Túnel do Tempo...


Nem tanto assim... essa faz 7 anos que foi tirada, no Show de Abertura na Canoa do Canto Nativo, festival de Canoas RS... Mass ahhhh!

Esta é apenas pra dar o ponta-pé inicial. Vamos, eu e Jordano, durante 2010, contando nossa história musical aqui no nosso blog. Sem censura galera, até as coisas mais "audaciosas".

E tem mais por aí... se Deus quiser até junho sai nosso primeiro CD, Longa Estrada, que está sendo gravado no Solar Estúdio.

Ainda em breve teremos vídeos, muitos vídeos. Do dia a dia, ensaios, shows, tudo pra vc acompanhar Marcelo e Jordano na íntegra.

Um beijo e fiquem com Deus.

Feliz 2010!

Após um maravilhoso Natal e uma virada excelente, começa 2010! Desejamos a todas as pessoas que nos acompanham e aqui nos visitam um 2010 com muita paz, muita luz, saúde, felicidade e prosperidade!

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